As avaliações educacionais em larga escala, como o Proalfa e o Proeb, fornecem, aos gestores educacionais e professores, informações fundamentais para o estabelecimento e/ou priorização de políticas e práticas que contribuam para a melhoria da qualidade da educação pública e a promoção da equidade. As possibilidades são várias, dentre elas, podemos destacar:
É importante ressaltar que, a partir de 2015, tanto no Proalfa quanto no Proeb, os resultados gerais integram todos os estudantes participantes, incluindo o sistema socioeducativo, as escolas indígenas e os estudantes com deficiência.
Nessa perspectiva, no que se refere à qualidade da educação, à eficácia e à equidade escolar, é importante articular as avaliações internas desenvolvidas pelas escolas com as avaliações externas do Proalfa e do Proeb, com o objetivo de subsidiar a (re)formulação do projeto pedagógico da escola e das políticas públicas educacionais. Os resultados das avaliações externas podem e devem ser utilizados como parte do processo de avaliação do projeto educacional de cada escola e alimentar a avaliação interna.
Objetivos e métodos diferentes que se complementam para atingir o mesmo fim: uma escola de melhor qualidade para todos.
Preocupado e comprometido com isso, o estado de Minas Gerais, a partir de 2015, reestrutura o Simave, trazendo novos contornos para o desenho da avaliação estadual.
O Simave e sua nova dimensão: uma construção coletiva