O Simave e sua nova dimensão: uma construção coletiva

2 – A NOVA COMPOSIÇÃO DOS TESTES E OS PROCEDIMENTOS DE APLICAÇÃO

 

Proalfa

De 2007 até 2014, a aplicação dos testes do Proalfa obedecia a procedimentos específicos de acordo com a etapa de escolaridade avaliada, conforme vemos a seguir:

 

É importante ressaltar que, em 2005, houve um piloto do Proalfa cuja aplicação se deu em uma amostra de turmas do 2º ano Ensino Fundamental. Em 2006, além da avaliação amostral para o 2º ano do Ensino Fundamental, ampliou-se a avaliação censitária para o 3º ano do Ensino Fundamental. Nessas duas edições, a composição do teste e os procedimentos de aplicação foram semelhantes àqueles detalhados para o período de 2007 a 2014. Contudo, para fins de elaboração de uma série histórica de desempenho, o ponto de partida é o ano de 2007, quando o programa se consolida.

Entre 2007 e 2014, os testes do Proalfa tinham a seguinte configuração:

COMPOSICAO
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No ano de 2015, tanto o Proalfa quanto o Proeb passaram por mudanças na composição de seus testes não apenas no que diz respeito à delimitação das etapas de escolaridade a serem avaliadas e a periodicidade da avaliação, mas também no que concerne ao número de itens e sua distribuição no teste.
No âmbito do Proalfa, a partir 2015, os testes para o 3º ano do Ensino Fundamental passam a ter a seguinte composição.

 

 

COMPOSICAO
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Ao compararmos o design dos testes para o 3º ano do Ensino Fundamental, constatamos que, em 2015, houve um aumento do número de itens na avaliação, pois de quatro modelos de cadernos com 28 itens, em 2014, passou-se, em 2015, para 16 modelos de cadernos, totalizando 80 itens. Cada estudante respondeu a um teste menor com oito itens a menos, pois cada caderno de teste foi composto por 20 itens, distribuídos em dois blocos com dez itens cada.

Essa ampliação no número total de itens permite melhor avaliar as habilidades indicadas na Matriz de Referência para avaliação da alfabetização, obtendo-se, assim, informações mais acuradas a respeito dos níveis de alfabetização em que se encontram os estudantes de Minas Gerais.

As alterações relacionadas ao design implicaram também em mudanças no papel do(a) aplicador(a) na condução da aplicação em cada uma das salas de aula das escolas participantes da avaliação.
No ano de 2015, na aplicação dos testes do 3º ano do Ensino Fundamental, os estudantes responderam aos itens de modo autônomo, ou seja, não houve qualquer intervenção do(a) professor(a) aplicador(a) durante a resolução do teste. Sua participação na condução se deu apenas na aplicação de um item exemplo para que os alunos pudessem compreender a dinâmica da atividade que iriam realizar.

Ainda no âmbito do Proalfa, a partir 2018, os estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental passam a integrar o Programa, logo, esses testes têm a seguinte composição.

 


Proeb

 

No Proeb, de 2006 a 2014, a avaliação acontecia em dois dias: um dia para Língua Portuguesa e outro para Matemática. Assim, as disciplinas eram avaliadas em cadernos separados, o que levava cada estudante a responder, em cada dia, a 39 itens, distribuídos em três blocos de 13 itens cada.

 


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No âmbito do Proeb, em 2015, além da introdução de novas etapas de escolaridade e alternância na periodicidade na aplicação, também houve mudanças na composição dos testes e etapas avaliadas, como podemos ver a seguir.


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Assim, com relação à composição dos testes, observamos que estudantes passaram a responder, em um mesmo caderno, a 52 itens, distribuídos em Língua Portuguesa e Matemática, sendo 26 itens para cada uma das disciplinas, organizados em blocos de 13 itens cada.


Por que uma nova composição dos testes?

 

As mudanças no Proalfa e no Proeb colocam as avaliações de Minas mais alinhadas com as atuais avaliações de âmbito nacional. Assim o Proalfa avalia a mesma etapa de escolaridade avaliada pela ANA e tem, basicamente, o mesmo desenho, diferenciando-se, apenas, por não avaliar a escrita.

Com relação ao Proeb, esse passou a utilizar o mesmo design da Prova Brasil, ou seja, igual número de cadernos e de disciplinas e itens por caderno.


Quem são os atores envolvidos na aplicação dos testes?

 

As aplicações do Proalfa e Proeb permanecem envolvendo equipes de trabalho com responsabilidades específicas, conforme relacionado a seguir:

 

 

3 – UMA NOVA REVISÃO DAS MATRIZES DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DO SIMAVE